04
Abr 09

 

vai. vai miúdo. serás maduro, um dia.

ir, avançar é sempre

atirar o corpo contra a pele

simples, tangível.

os braços, as mãos, os dedos

são trajectos salientes: salientes, apenas.

e as costelas não se desbotoam. mas vai. vai.

um dia estarás maduro, pisado

dentro de mim,

ainda.

 

Luís Ferreira Oliveira

in Vento, cordas do violino verde

(obra vencedora do Prémio Literário TUM 2007)

 

 

 

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postado pelo Casa dos Poetas às 08:07
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